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Prológica - Customer Relationship Management Mahatma Ghandi
As organizações precisam de mudar porquê? Porque é importante para a sua imagem? Porque a reengenharia permanente
está na moda? Porque necessitam de ter muitas certificações
ISO? Ou porque precisam de mais negócios e de
melhores margens? Actualmente, graças às plataformas electrónicas
existentes, quase todos os mercados contam com grande concorrência,
independentemente do bem ou serviço que estão a fornecer.
Esta nova realidade obriga a que as empresas procurem destacar-se dos
seus concorrentes mais directos, oferecendo serviços significativamente
melhores. Porém, o foco no Cliente é mais do que uma simples
prestação bem sucedida. É a gestão de uma
relação “emocional”, uma relação
baseada num enorme conhecimento do “universo Cliente”.
Os Clientes, que estão cada vez mais esclarecidos, querem fornecedores que os compreendam. A solução é indiscutivelmente personalizar a relação estabelecida. Não é suficiente ter os melhores especialistas certificados, os melhores tecnico-vendedores do mercado. A organização tem de dispor de uma ferramenta que permita acompanhar e monitorizar a relação estabelecida com o Cliente desde o momento em que surge, pela primeira vez, como um simples contacto (propect).
E quando falo em ferramenta não estou a referir-me necessariamente a uma aplicação CRM (Customer Relationship Management) que discipline a organização para este propósito. Pensar que a implementação de um CRM determina o comportamento nesse sentido é um dos erros mais frequentes. Temos de desmontar definitivamente este “elefante azul”. O foco no Cliente, a importância do Cliente no nosso trabalho, é, acima de tudo, uma questão cultural. E esta cultura deve estar presente em todos os elementos da organização, desde a Recepcionista até ao Director Geral. Não é uma aplicação, não é um método, é uma maneira de estar e de fazer. E deve acontecer sempre revestida com um propósito estratégico
É inevitavelmente um processo longo e demorado, muitas vezes penoso e atribulado, com recuos sucessivos e avanços timidos e controlados/descontrolados. Mas no final, o mindset tem de estar feito. É a diferença entre ser ou não ser profissional. Não há meios termos nestas matérias.
Paulo Domingos
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